Banco de Leite do HAM pede socorro Unidade de saúde convoca mães que produzem leite em excesso para doar
10/09/2010

Lucas Gabriel nasceu prematuro há um mês e precisa de ajuda porque a mãe, Maria José da Silva, 31, não produz leite suficiente para amamentá-lo. Mas não é só ele. Essa é a situação de 35 bebês no Alojamento Canguru, UTI e UCI neonatais do Hospital Agamenon Magalhães (HAM). Por esse motivo, a unidade convoca as mães que produzem o líquido em excesso para doar. São necessários, por dia, cinco litros de leite materno para os pacientes, porém o estoque, até ontem, contava apenas com oito litros.

Para ajudar o Banco de Leite, as mulheres podem ir ao quinto andar do hospital, que fica na Estrada do Arraial, 2723, no bairro da Tamarineira ou ligar para o número 3184-1653 ou 3184-1690 e informar seus dados. No caso do contato por telefone, a equipe do HAM vai até a casa da doadora para fazer a coleta. O leite ainda é examinado e, depois, pasteurizado, eliminando as chances de infecção sem comprometer as propriedades nutricionais. Toda mulher saudável é uma possível doadora.

“A doação é necessária porque os bebês prematuros e de baixo peso precisam muito do leite materno, porque é ele que contém anticorpos, pois o sistema imunológico ainda não está preparado para protegê-los”, afirmou a pediatra coordenadora de aleitamento materno do HAM, Dulcinete Pinheiro.

Além disso, a médica alertou para que as mães não tenham medo de doar, porque quando o leite é produzido em excesso, pode acontecer o gugitamento, conhecido co­mo leite pedrado, que dificulta na hora da criança pegar o peito. “Não se preocupem, o leite não vai acabar. Quanto mais estimulado, o leite continua a ser produzido”, esclareceu.

No caso de Maria José, ela já doou leite e, agora, está precisando para Lucas. “Quando eu tinha em excesso, eu doei. Hoje, não tenho mais. O que eu produzo, às vezes, nem é suficiente para o meu filho. Peço para as mães ajudarem, porque um dia elas também podem precisar”, falou.

Os bebês nascidos prematuros, normalmente, passam um tempo na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). Podendo deixar as máquinas, eles passam a ficar na Unidade de Cuidados Intermediários (UCI) e, depois, seguem para o Alojamento Canguru, onde passam o dia envoltos nas mães por uma faixa.

No espaço, eles são alimentados a cada três horas, com o leite materno. Só é possível deixar o hospital, se as mães estiverem produzindo leite e amamentando normalmente e as crianças devem estar com um peso considerado normal. Ainda fora do HAM, elas são acompanhadas pelos médicos do ambulatório de egresso até os dois anos.

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